sábado, 15 de outubro de 2011

Momentos...

 (Para quem não tem saco de ler a opinião de um adolescente sobre o tema, aconselho a ver esse vídeo, é incrivel!)


Os momentos! O que são eles? Hum... talvez não possua uma definição, simplesmente vivemos. Nossa vida é formada por vários e vários momentos, e cada momento tem a sua importância. Podemos achar o máximo algo muito simples como tomar um café sentado no sofá da sala ou passear com nosso cachorro na rua; ao mesmo tempo em que é totalmente chato ficar naquele aniversário da sua tia solteirona ou naquele casamento dos seus parentes de sei lá onde.
Mas momentos são momentos, e eles possuem duas amigas que andam sempre juntas: A Intensidade e a Lembrança.
A lembrança, tadinha, só existe porque o momento existiu, ela é a encarregada de nos fazer lembrar que aquilo que passou foi realmente real.
A intensidade, eu diria, é muito oscilante. Quanto mais intenso foi o que passamos, mais difícil é esquecer, mais fortalecida se torna a lembrança na nossa cabeça de ser humano complexo.
Podemos até colocar uma hierarquia nisso tudo: O Momento é como um irmão mais velho, o mais importante, sem ele os outros não teriam lá muito sentido.
A Intensidade é a maninha do meio (assim como eu sou o irmão do meio), ela vai estar sempre lá junto com o Momento, mas o interesse dela pela situação é muito variável.
E a Lembrança é a menorzinha, e assim como os irmãos mais novos, há momentos que adoramos ter nossa pequena irmã, mas há outros momentos que ela enche muito nosso saco e só queremos esquecê-la.
Acredito que sempre devemos arriscar, devemos viver todos os momentos possíveis que aparecem pra gente, independente se ele vá machucar posteriormente ou não, pois viver nada mais é que assumir riscos, sempre. Quando vamos até a padaria comprar pão, por exemplo, estamos correndo o risco de sermos atropelados, assaltados ou outras bizarrices, não é verdade?
Se pararmos para refletir, os momentos pelos quais passamos nunca morrem, eles sempre estarão presentes na nossa memória, sempre estarão vivos lá, e isso é ótimo, porque é um simples sinal de que estamos vivendo, e aprendendo com a vida.

Como as Fases da Lua...

As pessoas são muito curiosas. Elas são incrivelmente aliciáveis, até mesmo aquelas que dizem não ser, como eu por exemplo.
Essa semana mesmo eu detinha uma posição quase inabalável a respeito dos blogs: “Não tenho e nem tenho interesse em fazer. Para quê isso? Ninguém vai ler, só vou perder tempo mesmo!”.
Acontece que apenas algumas palavras e uma sessão reflexão me fizeram mudar de ideia: fui aconselhado a fazer um blog, tacar tudo que penso nele... e eu realmente penso em muita coisa. E tempo, bem tempo a gente sempre perde não é? Cada segundo que passa é um segundo perdido... Então, por que não? Pode ser que seja divertido!
Aliás, estou meio inspirado ultimamente... Sabe as fases da lua? A Lua Nova, a Lua Cheia, cada fase tem sua especificidade e influência na natureza... Então é isso: uma hora estou com uma vontade incrível de escrever tudo que penso, tenho ideias e mais ideias, e em outra eu já quero ficar quietinho na minha (vulgo preguiça). Tá certo que minha inspiração não influencia nas marés, mas vocês entenderam a metáfora certo?
Acredito que quando estamos sentindo muitas coisas, escrever é ótimo para colocar tudo isso pra fora. É como chorar: quando você está ruim e isso vai se acumulando, mais vontade de chorar nós temos, e quando finalmente não dá mais para suportar, as malditas lágrimas aparecem... E isso acontece com todos, sem exceção.
Sim, eu estou sentindo muitas coisas no momento, tanto boas quanto ruins, assim como todas as pessoas no universo, ninguém está 100% feliz ou 100% triste. Mas eu escrevo... Se alguém vai ler ou não, se alguém vai achar tudo isso proveitoso ou não, interessante ou não, eu já não sei, mas ainda assim continuo escrevendo e escrevendo sobre a minha vida pouco vivida.